quinta-feira, 9 de maio de 2013

Pesquisa em campo!

Falar, o que é ensinar, apenas na teoria não é a mesma coisa que compartilhar vivências e experiências do cotidiano de verdadeiros Educadores.

     Esses são alguns depoimentos de educadores da rede de ensino:


Diretora Rita

NOME: Rita Arruda Cardoso

IDADE: 60 anos

GRADUAÇÃO: Ensino Superior - história - Pedagogogia

PROFISSÃO: Diretora escolar- Professora Aposentada

ÁREA DE ENSINO: Ensino Fundamental II

ESTADUAL (X )                  MUNICIPAL  (X )                              PARTICULAR (    )


TEMPO DE PROFISSÃO: 30 anos 


FALE SOBRE A ESCOLHA DE SUA PROFISSÃO: 

         Ser professor é acreditar na capacidade do homem de ser sempre mais.
         Educar é inerente a mim enquanto ser humano e uma forma de sempre aprender mais.

O QUE É SER PROFESSOR NOS DIAS ATUAIS? (DESAFIOS, RECOMPENSAS, MOTIVAÇÕES)

         É um grande desafio, A educação hoje no Brasil está numa encruzilhada; como romper com o passado tradicional sem perder os valores do passado, mas ao mesmo tempo ter a capacidade de inovar sempre a acreditar  nas possibilidades de nossas crianças e jovens.
            Construir novos cidadãos é um grande desafio e nós que estamos na escola pública temos que ter em mente a necessidade de acolher a todos, incluir a todos e procurar nunca perder nenhuma de nossas crianças e jovens. é um desafio e tanto, mas faz parte de nós mesmo enquanto educadores. Todas as crianças devem ser acolhidas e incluidas na escola.

Professora Fernanda

NOME:Fernanda Mastromonico de Macedo

IDADE: 39 anos

GRADUAÇÃO: Pedagogia 


PROFISSÃO: Professora de Ed. infantil e Ensino Fundamental I


ÁREA DE ENSINO: Educação

ESTADUAL (   )                  MUNICIPAL  ( X  )                              PARTICULAR (    )

TEMPO DE PROFISSÃO: 15 anos

FALE SOBRE A ESCOLHA DE SUA PROFISSÃO:

      Escolhi esta profissão pois sempre achei que poderíamos mudar a sociedade e construir um mundo melhor.


O QUE É SER PROFESSOR NOS DIAS ATUAIS? (DESAFIOS, RECOMPENSAS, MOTIVAÇÕES)

            Hoje a nossa profissão está cada vez mais complicada, muitos alunos, os pais deixam a responsabilidade cada vez mais pra escoa, não temos motivação para o trabalho, baixos salários. Precisa ter muito amor.

Professora Cristina 

NOME:Maria Cristina Benevides de Souza

IDADE: 35 anos


GRADUAÇÃO: Superior -  Ed. Física e Magistério 

PROFISSÃO: Professora de Ed. infantil


ÁREA DE ENSINO: Escola Municipal de Educação Infantil - EMEI


ESTADUAL (   )                  MUNICIPAL  ( X  )                              PARTICULAR (    )

TEMPO DE PROFISSÃO: -------

FALE SOBRE A ESCOLHA DE SUA PROFISSÃO:

      A minha escolha profissional veio naturalmente, minha Mãe é professora e o mundo escolar sempre me encantou. Fiz o magistério e comecei a lecionar, sempre gostei de ver o brilho de quando se aprender alguma coisa nova, ou que até então não fazia muito sentido e de repente dá aquele click e tudo se encaixa.Fiz Faculdade de Ed. Física onde o lecionar é muito diferente, mas muito gratificante.

O QUE É SER PROFESSOR NOS DIAS ATUAIS? (DESAFIOS, RECOMPENSAS, MOTIVAÇÕES)

            Ser professor hoje é muito diferente do que a três anos atras, do que a dez anos então nem se fala. As crianças são bem mais ativas, informadas e tecnológicas e, ao mesmo tempo cada vez menos concentradas, imaginadoras e carinhosa. A família se distanciou muito do ambiente escolar e muitos valores que são da família foram jogados na escola, muito do respeito e credibilidade dos educares ficou no passado. O que ainda vale a pena é o olhar de uma criança que aprende algo novo, aquele aluno que não escreve nada e de repente... escreve o nome, isso é muito gratificante. A motivação externa é muito pouco, só fica na vontade de ensinar.



Por : Débora Silva 

Tecnologia X Educação


        O mundo em plena globalização pode passar por várias mudanças ao longo dos anos, mas pode-se notar que a cada dia que passa o homem e a tecnologia estão “andando lado á lado” cada vez mais ela se encontra aperfeiçoada e o homem cada dia, mais dependente de lá, utilizando-a como base diária de sua rotina e assim facilitando sua vida, podendo evoluir em suas técnicas de conhecimento e podendo fazer suas próprias pesquisas rápidas decorrente a sua vida, envolvendo assim a fase mais importante em nossas vidas que é a educação, por ser um dos principais elementos na vida de uma pessoa, onde adquirem informações no meio fundamental de conhecimentos e informações do homem na sociedade.

           Hoje em dia o centro de ensino vive em facilidade e comodidade no ramo tecnológico em diversas áreas de ensino. No entanto é vista de várias maneiras, com diferentes modos e técnicas de ser aplicada em sala de aula, para que os alunos tenham conhecimento rápido e prático, permitindo-os a assimilarem grandes informações ao computador e a internet, mantendo assim a aula produtiva e professores mais motivados e dinâmicos na hora de ministrá-las, onde passou a ganhar melhor qualidade de estudo e inovações.

Por : Daniele Souza

Tecnologia na Educação

link de acesso em 09/05/13 às 22:57

     Tecnologias da informação e comunicação trouxeram consigo grandes mudanças na educação, as pesadas enciclopédias, foram substituídas pelas enciclopédias digitais. Este novo meio de adquirir saberes foi adaptado por grande parte dos alunos obrigando então os docentes incluíram esse método ao seu plano de ensino.

         A proporção que a tecnologia tomou, gerou mudanças na área educacional, em vários aspectos, tais como, leitura, escrita, pesquisas, entre outros. Houve-se já então uma nova forma de ensinar como aulas mais interativas e interessantes.

         A tecnologia na educação ajudou e muito a simplificar coisas que antes eram complicadas, seja por meio de celular, computador ou TV. As diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola.

          Mas fazer com que esses meios realmente auxiliam o ensino e a produção de conhecimento, não é tarefa fácil, exige treinamento dos mestres. Portanto a tecnologia na educação é um tema que deve ser abordado na formação de futuros docentes e também para aqueles que já são ativos, fazendo com que esses meios usados de forma correta por todos, tanto professores, quanto alunos.
link de acesso em 09/05/13 às 22:52




Por:Mayara Limas

Educação na Mídia

Atualmente a área pedagógica é vista como uma profissão não muito sonhada, uma profissão desvalorizada. Há até quem questione a escolha de quem quer ser professor, focando apenas nas dificuldades enfrentadas não vendo o lado bom, o amor, o carinho, as experiências, o aprendizado que se adquire ao trabalhar com essa área.

Nós docentes devemos ter em mente que a profissão não se baseia somente em dar aulas, aguentar crianças dia todo, ela se baseia em constituir fundamentalmente a sua atuação profissional na prática social, cidadãos com competências e habilidades na capacidade de decidir, produzindo novos conhecimentos para a teoria e prática de ensinar.

Acredito ser a preparação do educador uma das responsabilidades mais nobres existentes em uma sociedade. Como seres humanos, estamos destinados ao aprendizado e á construção de conhecimentos anteriores.


Acessado em:http://natransversaldotempo.files.wordpress.com/2012/05/saladeaula.gif10/05/13 às 00:46.

O pedagogo é preparado para pensar a Educação em seus vários aspectos. Muitos dizem que ser professor é muito fácil, pois se trata de se ocupar do início de aprendizado simples, sem grandes sofisticações. Pode-se mesmo acreditar que qualquer um cuida de criança e qualquer um ensina as primeiras letras e os primeiros cálculos. Isto só se poderia considerar por desconhecimento do que significa Educação e o cuidar. Para ensinar um saber devemos dominá-lo.

O ensinar trabalha não só com o dado saber como são as formas de permitir que o outro construa seu conhecimento. O domínio de um saber não basta para que o outro construa seu conhecimento. O professor precisa criar situações didáticas que favoreçam o conhecer, o aprender. Isto é, o professor é responsável por fornecer subsídios para que cada ser construa seu conhecimento. Deve lidar hoje com gestão de conhecimentos e de pessoas, que ultrapassa o fornecimento de dados prontos. Lida não só com as construções atuais como projeções futuras e com um ser dotado de vivências próprias paralelas e anteriores; com sonhos e simbolismos.

É um profissional que deve dominar questões teóricas complexas para entender o sentido da Educação e ao mesmo tempo entender as metodologias e práticas de ensino que lhe permitam construir um saber prático profissional. Deve sempre se perguntar: Para que serve o conteúdo? Por que devo ensinar? O que ensinar? Como vou fazer?
Somente com esses métodos conseguiremos oferecer oportunidades educacionais aos nossos alunos para construir e reconstruir saberes do pensamento reflexivo e critico entre transformações sociais e a formação humana; para termos a compreensão sem se deixar levar por anúncios publicitários, por opiniões “preconceituosas” da mídia.

Os professores devem ser considerados como autores da transformação da qualidade social da escola, compreendendo contextos históricos, sociais, culturais e organizacionais que fazem parte e interferem na sua atividade docente. Sem nós professores como seria a educação de nossas crianças?

Por: Juliana Castilho

Tirinhas da Mafalda



     Se você gosta de histórias em quadrinhos deve conhecer a bonitinha Mafalda, aqui encontrarão um pouco sobre ela.

      O criador de Mafalta em sua infância ele odiava histórias em quadrinhos até que um dia ele inventou de ler uma história parecida e assim teve essa ideia de criar sua própria personagem.

       A Mafalda é uma personagem muito conhecida e amada por todos aqueles que gostam de histórias em quadrinhos e tirinhas.

        Ela possui um senso de humor meio irônico e sério, que faz com que as situações que ela vive se tornem ainda mais interessantes e legais.

      Ela foi criada pelo argentino Quino, a mais de 40 anos e suas tiras tinham contextos sempre preocupados com assuntos importantes como a humanidade de uma forma geral.

      A turma da Malfada é composta pelos seguintes personagens:

Mafalda

      A personagem principal das tirinhas criadas pelo cartunista argentino. Na história ela tem seis anos, porém seus pensamentos são mais adultos e ela vive questionando tudo que acontece a sua volta.

Filipe

      Um menino que não gosta muito da escola, mais que entra em alguns conflitos consigo mesmo, por possuir um senso de responsabilidade que não condiz com suas atitudes.

Mamã

      Mãe de Mafalda, uma mulher muito simples, porém boa de coração.

Papá

      O Pai de Mafalda, que trabalha com seguros e que não aceita sua idade.

Manolito

      Um menino muito ganancioso, que só se importa com dinheiro e com os negócios do seu pai.

Susanita

      Uma menina que não se importa com nada que não seja fútil. Seu objetivo e se casar com um homem rico. Além disso, é uma menina fofoqueira e nada humilde.

Miguel

      Muito amigo de Mafalda, com um bom coração e que adora dar conselhos para sua amiga.

Burocracia

       Nome da tartaruga que Mafalda e seu irmão tem.

Liberdade

      Uma menina que sofre com piadas sobre seu nome. Ela gosta das coisas mais simples que a vida pode oferecer.

Guille

       Irmão mais novo de Mafalda, mais que já é muito esperto para sua idade.
  
      Esses são os personagens que embalam as histórias que Mafalda vive e que possuem tantos fãs por todo o mundo.

       Ela possui até uma escultura na cidade de Buenos Aires, em sua homenagem e para que ela fique marcada na história por muitos anos e assim ninguém se esqueça dessa pequena menina que tratava de assuntos muito legais e interessantes.

 

Fica então algumas de várias para vocês...








Link da reportagem e imagem: http://www.sempretops.com/diversao/tirinhas-da-mafalda/ em 10/05/13 às 01:50






Por: Stefanne Tenorio

Violência e alguns desafios mais


           Um dos desafios para o Professor hoje é a violência na escola. Com o passar dos anos os alunos foram perdendo o respeito e praticando violência contra os professores e colegas de classe. Nestes casos o professor já não tem o respeito desses alunos e violências, bullying, exclusão racial, descriminações, preconceitos étnicos e demais acontecem. A emancipação do aluno é tamanha que muitas vezes o Professor está alí, mas é como se não estivesse. Como vemos na ilustração acima.
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link de acesso em 10/08/13 às 2:08
          A educação que deveria ser plantada no lar, pelos familiares, passa a ser responsabilidade dos professores que, além da responsabilidade de educar e transmitir conhecimento foram tornando “empresas” e os alunos e pais “Clientes”. Logo, a “empresa” só atende as vontades dos “clientes” e faz tudo para satisfazê-los. Esse tipo de situação faz  com que o Professor enquanto Profissional não desenvolva todas as suas habilidades, ou não consiga repassar o conteúdo programado, além da desmotivação e pressão dos clientes e "fornecedores" para com a empresa.
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 Essa tal desmotivação que não devemos deixar chegar, não só na profissão docente, como em outras áreas da vida, quanto ao professor no exercício da profissão o que fazer para que dê certo? para driblar adversidades? e quanto ao aluno que é sempre um desafio? Quando esse desafio está fora do nosso planejamento e da nossa realidade?Tomamos por exemplo a Professora Erin de "Escritores da Liberdade, 2007" Ela tinha, alunos desmotivados, desinteressados, problemáticos, oprimidos, ignorados, ignorantes e amendrontados. Tinha a instituição de ensino onde trabalhava, menos interessada nos aluno do que eles mesmos, sem apoio em nenhum dos lados, observamos nesta história real uma Professora com P maiúsculo, vejamos, Erin cativou os alunos, conquistou a confiança deles, e mais, transmitiu o conteúdo programado e foi além, esse é o tipo de exemplo que devemos tomar frente as adversidades no dia-a-dia do docente. Quanto a mais detalhes sobre o Sucesso de Erin, bem, assitam o filme..!



Por: Karen Sato

Escola e Aluno



link de acesso em 10/05/13às 1:58

           No século passado foi comum nas instituições de ensino o método tradicional como base de ensino, onde o aluno “passivo”, que não tinha vez nem voz, na escola, em casa ou na sociedade era instruído pelo professor, na transmissão de conteúdos, apenas executando prescrições, pois na concepção deste método tradicional, o adulto é tido como um homem acabado, e o aluno um adulto em miniatura que precisa ser atualizado. Os mais novos eram submissos ao autoritarismo do mais experiente.

           Era basicamente...
           Na escola, o aluno escuta. O Professor, dono do saber, fala.

Diante disso, por medo, o aluno não se manifestava. Fazia o que lhes era dito para fazer. Como em uma linha de produção, por mais que não entendesse a matéria ele calava-se.




link de acesso em 10/05/13 às 01:59
            Alienado, o aluno além de não manifestar-se, não desenvolve o raciocínio, fugindo do propósito do processo de ensino, que remete a humanização do ser. Com esse método não se aprende, se acumula informações, não se estuda,decora-se conteúdo para a prova.
         A escola apenas formava mais homens e mulheres, “portadores” do conhecimento, segundo o que a sociedade julgava importante, para que fosse reproduzido e da mesma forma passado às novas gerações.
link de acesso em 10/05/13 às 01:59
            Infelizmente não podemos dizer que o Método “Aluno Passivo” não é mais utilizado..., no entanto, o aluno não é mais tão submisso, principalmente os adolescentes e adultos, pois, ao notarem por exemplo, que não têm oportunidade de participar ou expor suas idéias julgam a aula ruim e o Professor, um mau Profissional.

             É nesse momento que compreendemos a importância da atualização dos métodos de ensino, assim como a reformulação do plano de aula para que atenda às necessidades culturais do meio em que o professor ensina, e aos objetivos pedagógicos que são estabelecidos pela instituição.

Por: Karen Sato

Como ensinar?


A escolha da profissão professor, exige muita dedicação, tempo, estudo, aprimoramento, planejamento de aulas, entre outras. A mais complexa é: ”como ensinar o meu aluno?”

Não há um manual de instruções que explique passo a passo de como fazer e ainda obter um resultado final satisfatório ou até mesmo excelente.
As pesquisas e estudos demonstram que para alcançar o resultado esperado na atribuição de “como ensinar” é imprescindível conter:
PLANEJAMENTO
Cada aula dada pelo professor requer planejamento prévio, pois, se não há planejamento o ensino e aprendizagem serão prejudicados.
O professor deve planejar novamente sua aula, quando o aluno não entender o que esta sendo explicado ou ensinado, de forma que facilite a assimilação;
O professor ao planejar suas aulas deve considerar a necessidade de um segundo e terceiro plano, caso o primeiro falhe;
O professor deve sempre elaborar suas aulas de forma que não limite o aprendizado de seu aluno;

O professor deve utilizar o livro como apoio do seu planejamento de aula e não limitar-se a ele;
O dever do professor é ensinar e do aluno aprender, por isso, o professor precisa organizar e elaborar bem os conteúdos para que essas funções não sejam comprometidas;

Todo ensino e aprendizagem devem ter direção e orientação do professor;

Em sala de aula o professor deve aprimorar conhecimentos já adquiridos estimulando a formação de novas ideias curiosidades e dúvidas, de modo que o professor possa organizá–las;

A aprendizagem do aluno deve ser organizada, elaborada e estudada pelo docente.

No planejamento de aula elaborado pelo professor, devem ser considerados os métodos que serão utilizados para alcançar o resultado estabelecido no planejamento.
O professor não deve somente ficar na teoria, deve demonstrar a prática no dia a dia;

Variar sempre os recursos á serem utilizados em sala de aula, tais como: imagens, mapas, lousas, maquetes, Datashow, música entre outras séries de recursos. O espaço (ambiente) também deve ser variado, conforme a aula, tais como: laboratórios, biblioteca, brinquedotecas, etc.

Saber provocar nos alunos o interesse a curiosidade e a dúvida;

Quando as aulas não são bem planejadas quanto ao método de ensino ocorrerá uma interferência na assimilação, resultado e rendimento do aluno;

Sempre citar hipóteses para que assim desperte o interesse e a curiosidade do aluno.

Bom essas foram algumas dicas do que o processo de ensinar deve conter. Lembrando que o papel do docente é provocar o desequilíbrio no aluno para que o mesmo aprenda por si mesmo conquistar a verdade; desenvolver vocabulários; provocar a busca de novas estratégias de compreensão. Saber que o professor que não leve a sério sua formação; aquele que não estuda não aprimorará seu conhecimento quanto a docência e não terá forças para coordenar as atitudes de sua classe, então a incompetência profissional desqualificará a autoridade em sala de aula.


Acesso em :https://www.google.com.br/search?q=paulo+freire&bav=on.2,or.r_qf.&bvm=bv.46340616,d.dmg&biw=1280&bih=675&um=1&ie=UTF-8&hl=pt-PT&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=S4KMUZuNKrLd4APJn4CIDA#imgrc=0SGo4SRN7wmzhM%3A%3B1XYDxIjHtUrqPM%3Bhttp%253A%252F%252Frfidbrasil.com%252Fblog%252Fwp-content%252Fuploads%252F2013%252F04%252Fpaulo_freire.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Frfidbrasil.com%252Fblog%252Findex.php%252Facervo-digital-disponibiliza-obra-de-paulo-freire%252F%3B650%3B33010/05/13 às 02:15.
“Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua própria produção ou construção”.
(Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia pág:47)

Por: Stéfanne Correia

Formação psicológica do professor.

Como pensar na formação psicológica do professor num quadro de tanta complexidade e incerteza?


           A formação psicológica do professor precisa ser feita de forma que os mesmos aprendam a lidar com situações diversas futuras. É preciso formar profissionais críticos, reflexivos e autônomos, para que quando forem sujeitados a alunos difíceis, com diferentes necessidades, casos de violência em escolas e situações difusas, possuam auto controle emocional, psicológico, temperamental e acima de tudo ter convicção do que faz.

             Será que todos os professores possuem psicológico para lidar com a situação de uma pessoa armada invadir a escola e sair atirando em todos, como aconteceu na escola municipal Tasso da Silveira em Realengo? Será que todos os professores teriam a mesma atitude da professora Célia Maria de Carvalho, de 57 anos, quando num ato corajoso ou até mesmo impensado protegeu seus alunos fechando a porta e tentando impedir que o atirador entrasse?
            Estas são questões que deveriam ser abordadas em sala de aula, pois infelizmente, há quem estará sujeito a esse tipo de situação. Além de abordar essas situações em sala de aula, é preciso problematizar e refletir sobre. É interessante também trazermos em pauta um planejamento de ensino que previna e conscientize os alunos sobre a realidade.
Se é tão difícil para o professor, um ser formado com tantas experiências vividas, imaginem para o aluno, criança que está em formação e receptor de conhecimento.
            Infelizmente esse preparo preventivo não é uma realidade, pois muitos dos professores não incorporaram a sua formação docente, ou até mesmo aos seus conhecimentos e conceitos de vida esta preocupação, muitos até mesmo ignoram, ainda sabendo que pode alcança-los, preferem iludir-se em não ser este “um em um milhão” das estatísticas.

Por: Débora Silva e Mayara Lima

Desejo da Verdade

Desejo da Verdade

Acesso em : https://www.google.com.br/search?hl=pt-PT&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1280&bih=675&q=mandante+e+sudito&oq=mandante+e+sudito&gs_l=img.3...8311.11593.0.11794.17.6.0.11.11.0.179.709.2j4.6.0...0.0...1ac.1.12.img.GU387C9Vylc#hl=pt-PT&site=imghp&tbm=isch&sa=1&q=placa+verdade+mentira&oq=placa+verdade+mentira&gs_l=img.3...673107.677958.2.678913.21.20.0.1.1.0.192.2140.10j10.20.0...0.0...1c.1.12.img.3jJpUUct4IE&bav=on.2,or.r_qf.&bvm=bv.46340616,d.dmQ&fp=82e35c37dd5df9a&biw=1280&bih=675&imgrc=SRGIxz0s2qYnXM%3A%3BPe_mzn8FLD2JGM%3Bhttp%253A%252F%252Fcaiomarino.com.br%252Fwp-content%252Fuploads%252F2012%252F09%252Fplaca.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fcaiomarino.com.br%252F%3B800%3B53210/05/13 às 02:07
Nos seres humanos esse desejo aparece muito cedo e se manifesta na necessidade de confiar em coisas e pessoas. Quando crianças brincamos, estudamos, assistimos, e estamos sempre atentos para saber se isso é verdade ou mentira. Temos sempre uma percepção sobre o que é real e o que é lúdico.

Por isso criamos uma sensibilidade em relação à mentira, pois a mentira é diferente do “de mentira”. A mentira é diferente da imaginação. Somos então sujeitados a duas decepções: a de que o mundo imaginário não existe e a de que os adultos podem nos dizer falsidades e nos enganar.

Os jovens se decepcionam quando descobrem que o que lhes foi ensinado, oculta a realidade, reprime sua liberdade ou diminui sua capacidade de ação. Os adultos se desiludem quando enfrentam situações nas quais não sabem o que fazer diante da situação; pois os adultos acham que são donos da verdade.

Assim, seja na criança, jovens e adultos, a busca da verdade está ligada a uma decepção, discussão, dúvida, insegurança, ou, então um espanto perante algo novo e diferente. E o desejo pela verdade só se tem a partir do momento em que se tem dúvida e nunca sabemos se o “de verdade” é mesmo “de verdade” e se o “faz de conta” é mesmo “faz de conta”, a relação entre verdade e mentira está associado ao ponto de vista de cada individuo.


Acesso em : http://www.google.com/search?num=10&hl=en&authuser=0&site=imghp&tbm=isch&q=drawing%20hands&oq=drawing%20hands&biw=1024&bih=438&sei=6YhwUcKbFYek8ASvoIDgCA#imgrc=E87I0bN_-82SrM%3A%3BIAihhHXXNajA8M%3Bhttp%253A%252F%252Fupload.wikimedia.org%252Fwikipedia%252Fen%252Fthumb%252Fb%252Fba%252FDrawingHands.jpg%252F300px-DrawingHands.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fen.wikipedia.org%252Fwiki%252FDrawing_Hands%3B300%3B25910/05/13 às 02:06.

Referência: Livro: Iniciação à filosofia
Autor: Marilena de Souza Chaui
Editora ática, 1ª edição, 2ª impressão, 2012 – São Paulo

Por: Mayara Limas

Desafios enfrentados pelos professores nos dias atuais.

Desafios enfrentados pelos professores nos dias atuais.

Um dos maiores desafios dos professores é a integração de alunos com distúrbios, síndromes, como a Síndrome de Asperger, Síndrome de Rett, Autismo, entre outros Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TDI), aos demais alunos.


Acessado em: http://www.einstein.br/einstein-saude/pagina-einstein/Paginas/entendendo-a-sindrome-de-asperger.aspx 10/05/13 às 01:50.

O que é a síndrome de Asperger?

‘’A Síndrome de Asperger faz parte do aspecto autista, apenas tornando-se diferente do autismo clássico porque não apresenta nenhum atraso ou retardo global no que diz respeito ao desenvolvimento cognitivo ou na linguagem do indivíduo. ’’

Fonte da explicação sobre a síndrome: http://www.escolaconego.com.br/0,,artigo,sindrome-de-asperger-um-desafio-na-sala-de-aula,1,1.aspx 10/05/13 às 01:51.

‘’A Síndrome de Asperger é uma perturbação neurocomportamental de base genética, pode ser definida como uma perturbação do desenvolvimento que se manifesta por alterações, sobretudo na interação social na comunicação e no comportamento. Embora seja uma disfunção com origem num funcionamento cerebral particular, não existe marcador biológico, pelo que o diagnóstico se baseia num conjunto de critérios comportamentais.

Entre as características mais comuns podemos destacar:

Défice de comportamento social;
Interesses limitados;
Comportamentos rotineiros;
Peculiaridade do discurso e da linguagem;
Perturbação na comunicação não verbal;
Descoordenação motora. ’’

Fonte da explicação sobre a síndrome: http://www.apsa.org.pt/sa.php 10/05/13 às 01:51.


É preciso muito amor, dedicação, paciência, atenção e infra-estrutura para que se possa integrar alunos ‘’diferentes’’ ao resto dos alunos. É necessário que o professor que tenha esse tipo de aluno em sua sala de aula entenda muito bem o que seu aluno carece, pois é preciso atender as Necessidades Educacionais Especiais de aprendizado para que sua educação seja a melhor.

Os professores além de ter um ‘’bom senso’’ e sensibilidade para com tal desafio, precisam ter principalmente a formação adequada de forma que possa atender da melhor forma possível seus alunos e assim garantir igualdade de aprendizagem para todos.

Entrevistamos uma professora que já teve em sua sala um aluno com síndrome de Asperger para entendermos um pouco melhor como funciona a integração de alunos com esse diagnóstico.


Para entender melhor a vivencia na sala de aula fizemos as seguintes perguntas à professora Rita de Cássia Tonin, professora do segundo ano do ensino fundamental em 2012(quando teve o aluno com a Síndrome de Asperger:

Como é ter um aluno com Síndrome de Asperger?

É igual aos outros alunos, é preciso respeitar a individualidade de cada um, mas tratando todos os alunos com o mesmo respeito, e saber moldar o trabalho pedagógico.

Ter um aluno com essa síndrome requer um planejamento de aula diferenciado?

Sim, a criança tem que ser alfabetizada com o melhor método para ela. Posso dizer que o trabalho de um professor é como o da formiga, dia a dia.

Como os demais alunos reagem ao que é diferente?

No início alguns o isolaram e outros acolheram. Mas teve um dia que o aluno especial faltou, então nesse dia conversei sobre ele com os demais, falando sobre suas diferenças e explicando que nós também temos nossas diferenças. Que ele precisava da ajuda dos colegas, do companheirismo deles. Pedi também que entendessem quando ele tivesse alguma atitude diferenciada na sala de aula. A partir desse dia tive uma compreensão maior dos demais alunos, e aqueles que isolavam , começaram a se aproximar, chamando-o para jogar, tomar lanche, brinca, mesmo sabendo que ele não gostava de contato físico e que tenha o mundinho dele.

Como era o dia a dia dele na sala de aula?

Ele não era nada agressivo. Gostava de rotinas, tinha que saber tudo que ia acontecer, e se alguma coisa mudava no decorrer do tempo, era difícil dele compreender.

As lições eram diferenciadas, primeiro passava a lição para ele e depois ia explicar a lição aos demais. Quando ele terminava a lição antes dos outros, não tinha muita paciência, ou ficava andando no fundo da sala, ou ficava batendo palmas, mas conversava com ele e pedia para que esperasse um pouco, que aquela atitude atrapalhava os amigos da sala.

Ele tinha seus interesses específicos, quando gostava de um assunto , por exemplo, dinossauro procurava na internet em sua casa para saber tudo sobre o assunto.
Enfim, ter alunos com qualquer que sejam seus problemas individuais é uma experiência diferente e desafiadora. Mas acho que vale à pena, pois a bagagem que se adquire é ótima. Aprende-se a lidar com as diferenças e a trabalhar com elas.

Por: Tamiris Martinelli

terça-feira, 7 de maio de 2013

Tecnologia da Informação e Comunicação



Porque o professor nos dias atuais deve optar pelo uso da TIC ?

As TICs hoje já fazem parte da vida de vários docentes. Hoje em dia para facilitar o aprendizado dos alunos, alguns professores criam blogs para que seus alunos tirem duvidas da aula dada ou até mesmo para adiantar conteúdo e explicar a matéria de uma forma melhor. É possível também criar espaços em redes sociais como o facebook, onde os alunos poderão participar de discussões sobre a matéria dada em sala de aula e ficar em dia com datas importantes, como a entrega de trabalhos e atividades, material de estudo, etc.
As TICs vieram para facilitar o aprendizado de todos, de forma em que alunos e professores não precisem ocupar o mesmo ambiente físico e tempo, com isso nós podemos citar tele aulas e vídeos no youtube ensinando algo.
Por:Vinicius França

Educação e Vida

Para nossa reflexão de hoje...

Acesso em: http://www.youtube.com/watch?v=mNlgV5i7um4 07/05/13 às 08:27

O aprendizado faz parte de nossa evolução, a evolução científica e intelectual do homem se dá através de ações de pessoas visionárias que se arriscam no desconhecido e improvável, com fé na capacidade e existência do homem!

Por: Débora Silva

domingo, 21 de abril de 2013

Professor do século XXI

PROFESSOR: PROFISSIONAL IDEAL EM PLENO SÉC XXI


          Baseado no movimento historicamente construído, na constituição desse profissional docente é importante perceber que tudo teve um movimento social, as políticas públicas, as pesquisas de formação de professores, as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação que trabalham com formação de professores, houve todo um movimento focado a esta profissão, pra revitalização do seu status profissional.

      O professor era considerado um profissional, porém com todo o contexto de desvalorização e perda da identidade, detectou-se a necessidade dessa revitalização, deste resgate, sendo assim no final da década de 90, pesquisas acadêmicas e científicas, da linha de formação de professores trouxeram a tona teorias que remete ao profissional reflexivo e neste caso o professor reflexivo.

link de acesso em 08/05/13 às 00:15

     O professor já refletia sobre pesquisas e método, não agia de forma ingênua ou mecânica, mas tinha plena consciência de onde queria chegar a termos de ensino e aprendizagem, antes mesmo desses discursos que vieram todos de uma vez tornando-se “modismo” na área científica. Já existiam estudos e pesquisas como, por exemplo, o próprio Paulo freire que vem desde a década de 70,80 abordando a necessidade de o professor ser crítico, ter uma reflexão constante sobre a sua prática, para que então ele possa garantir a sua práxis, que é “a teoria e a prática andando juntas, no entendimento e na compreensão daquilo que eu faço enquanto ação docente, ação pedagógica"(Prof.ª Luciana, aula do dia 11/03).

         O momento em que fragmentamos a teoria e a prática é quando percebemos um estranhamento, por exemplo:
            Se ao entrar em uma sala de aula, no meu caso como estagiária, e deparando-me com a dificuldade, limitação, indisciplina, culpar somente aos fatores externos, como causa do fracasso do processo de ensino-aprendizagem, negaria o conceito do professor reflexivo que, ao encontrar dificuldades, deve problematizar e tentar novamente. É claro que estes fatores influenciam, porém não determinam de forma exclusiva.
link de acesso em 08/05/13 às 00:26
     
   


Não devemos manter uma visão fragmentada, mas usar a teoria a favor da problematização dos desafios da prática docente. Onde podemos associar a didática que é o “campo de conhecimento que dá subsídios teóricos para que o professor possa fazer intervenções práticas, pautadas nesses subsídios e propor soluções alternativas para os desafios e problemas da prática pedagógica” já vista na aula da professora Luciana no dia 25/02.





        Neste contexto, essa revitalização da identidade profissional iniciou-se por Ronald Reagan, um norte americano que no decorrer do seu estudo implantou esta teoria para que fosse mobilizada ao decorrer do curso de arquitetura, em uma escola, onde juntavam a teoria com prática (praxe). A partir daí os teóricos da educação, começaram a adequar essa teoria para a questão do professor reflexivo.

Todas essas questões de ‘’saberes’’ docentes pautados na teoria do professor reflexivo são competências de alto nível e remetem ao resgate do status profissional do professor.
link de acesso em 08/15/13 às 00:23

Por: Débora Silva

sábado, 20 de abril de 2013

Amor a Profissão!!


     Quando falamos em ser professor, ensinar e ainda quando afirmamos com tanto orgulho: “Esta é a minha profissão; sou um educador!” É comum ouvirmos exclamações como: “Nossa é difícil, tem que gostar!” ou até, “Tem que amar o que faz hein!”.


 Isso nos leva a refletir!



link de acesso em 10/05/13 às 02:24


Por que será que a grande maioria, inclui o amor com tanta ênfase para essa prática? Não seria necessário, ou até natural, escolher nossa profissão por gostos e aptidões? Se buscamos a realização interna e até mesmo esperamos o reconhecimento, por resultados e/ou elogios, não seria certo que houvesse tal dedicação  e até o dito “amor” empenhados nos projetos e ações?
Então a que “amor”, especial, que as pessoas tanto se referem?




Talvez seja este, o amor sentimental, familiar, físico, profissional ou até o amor a vida!

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          O verdadeiro “amor” de um professor está refletido na coragem de expor suas ideias, opiniões, estabelecidas através de amplos estudos e de uma pré-disposição interna, com o objetivo de construir novos cidadãos com caráter e valores aos quais não dependem somente do educador para sua formação, mas são fortemente influenciados pelo mesmo,que além de aprimorar um senso autocritico, deve conscientizar-se de sua responsabilidade para com os alunos, de informar, gerar senso crítico, estimular, capacitar e desenvolver suas habilidades para que no futuro seus alunos possam tomar decisões, pensar por si próprio e posicionar-se de forma convicta perante a sociedade que vem transformando-se e reajustando-se a todo instante.




acesso ao link em 10/05/22 às 1:22
Por: Debora Silva